quarta-feira, 21 de maio de 2014

Segurança no Comércio Eletrônico

A facilidade de conectar-se a Internet de qualquer lugar, seja utilizando dispositivos móveis ou computadores pessoais, faz com que cada vez mais usuários utilizem esses canais de comunicação para comprar produtos, pagar contas entre outros serviços. Essa modalidade de negocio digital, denominado comércio eletrônico, cresce a uma taxa de 30% anualmente, segundo o e-bit.
Este nicho de negócio possui milhares de publicidades, contendo preços tentadores relacionados à venda de produtos em sites, redes sociais e facilidades que o consumidor tem em pesquisar antecipadamente, em várias lojas virtuais, para comprar um produto de qualidade e pagar o menor preço.
A tecnologia vem tornando a vida do ser humano cada vez mais cômoda, todavia, essa comodidade tem um preço, ou seja, o surgimento de diferentes modalidades de fraudes, pois, engana-se aquele que acredita que as operações efetuadas pela Internet são totalmente seguras.
O comércio eletrônico gera uma grande quantidade de transações eletrônicas na rede mundial de computadores despertando a atenção de pessoas mal intencionadas, denominadas hackers, cujo intuito é interceptar informações tais como dados de cartões de créditos ou senhas de contas bancarias.
Utilizando-se dos dados do usuário, o criminoso cibernético efetua compras ou realiza saques / transferências de dinheiro sem o conhecimento do proprietário do cartão que só descobrirá a clonagem assim que a fatura chegar, uma vez que para essas transações pela Internet não há necessidade de um cartão real, mas sim das informações contidas nele, como o número do cartão, data de validade e o código de segurança. Com esses dados é possível efetuar compras em qualquer loja virtual.
Em relação às ações desses criminosos que aplicam golpes em pessoas leigas, já existem métodos e ferramentas com a finalidade de coibir ou até mesmo eliminar qualquer tipo de fraude nessas transações eletrônicas, tais como: a validação de código de segurança dos cartões de crédito; o rastreamento do dispositivo de compra (IP) e o registro de dados de clientes com informações das últimas compras.
Algumas precauções que o consumidor deve tomar antes de comprar qualquer produto ou efetuar pagamentos é verificar se o computador que está utilizando possui um antivírus atualizado, que elimina a ação de programas maliciosos, um firewall, que atua no bloqueio de ameaças vindas da Internet e, principalmente, o consumidor deve verificar se a página em que ele esta finalizando a compra de um produto possui HTTPS. Outra maneira simples de verificar a segurança do site é visualizar o símbolo de um cadeado localizado na barra de endereços de seu navegador e assegurar-se que o certificado digital é de uma autoridade certificadora confiável.
Os navegadores mais utilizados atualmente como o Internet Explorer, Mozilla Firefox e o Google Chrome, possuem listas de autoridades certificadoras confiáveis, alertando o consumidor. Caso não reconheça a AC (Autoridade Certificadora), será exibida uma mensagem perguntando se o usuário deseja continuar navegando na página em questão.
Para confirmar a idoneidade de um site, às vezes, basta um simples gesto, tal como buscar com amigos que já compraram neste site, informações sobre a entrega, a qualidade do produto e outras informações que considerar relevante.
O consumidor que se utilizar dos métodos citados no artigo do link abaixo, dificilmente terá problemas com compras utilizando a Internet, podendo usufruir das comodidades e dos preços que existem no comércio eletrônico.

Artigo Acadêmico completo em http://www.4shared.com/get/OVOlyiAs/Segurana_no_Comrcio_eletrnico.html

Imagens




Comércio eletrônico movimenta mais US$ 60 bi por ano na América Latina

As transações na região ainda têm muito potencial par crescer, afirma alto executivo da empresa PayPal

Comércio eletrônico
Comércio eletrônico está em expansão na América Latina (Getty Images)

O comércio eletrônico na América Latina teve enorme crescimento e movimenta a cada ano entre 60 bilhões e 70 bilhões de dólares (mais de 132 bilhões de reais) e grande parte dessa quantia é dedicada a compras de aparelhos eletrônicos e a operações transnacionais, afirmou nesta sexta-feira um especialista. “O comércio eletrônico é mais maduro em países como o Chile e, principalmente, o Brasil, líder de transações na região. No entanto, no México o comércio eletrônico ainda engatinha e há muito para onde crescer no país e no restante da região”, explicou em entrevista um alto executivo para a América Latina do PayPal, Ian Cox.
O PayPal, um sistema de pagamentos on-line usado em muitas partes do mundo, chegou à América Latina há três anos, através do Brasil e do México, e agora já está presente em todo o continente. “A aterrissagem na América Latina foi muito boa. Os consumidores latino-americanos pediam um método on-line para pagar de forma segura”, analisou Cox, que admitiu que no mercado da região a empresa enfrentou uma maior reticência dos consumidores a comprar pela internet por dúvidas sobre a segurança das operações. O temor, segundo o executivo, já está sendo superado.

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O consumidor está em perigo no comércio digital
Os carros-chefes do comércio on-line na região são os aparelhos eletrônicos, a maioria dos quais são adquiridos no exterior, o que constitui uma particularidade do mercado ao qual empresas como PayPal precisaram se adaptar. “Há cinco anos, se você perguntava a um latino-americano sobre compras on-line, por definição entendia que aconteciam no exterior”, comentou Cox.
A maior parte do comércio eletrônico na América Latina é além da fronteira, por isso as empresas de gestão de pagamentos pela internet devem habilitar transações entre consumidores latino-americanos e vendedores de fora da região e vice-versa. Outra característica do mercado eletrônico latino-americano que o PayPal observou desde sua entrada na região e à qual precisou se adaptar é ao pagamento por cotas, muito comum em países como o México e o Brasil, onde o consumidor pede para pagar a compra em, por exemplo, 12 cotas mensais. “Nos Estados Unidos não oferecemos esse serviço, de modo que precisamos mudar nosso produto para que estivesse disponível na América Latina”, lembrou Cox.

(Com agência EFE)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Vídeos sobre o Comércio Eletrônico




Tendências e implicações do comércio eletrônico

Inicialmente, é importante comentar alguns aspectos da evolução do processo de comunicação e o seu impacto na vida universitária. Duas revoluções do conhecimento merecem especial menção. A primeira foi a invenção da imprensa e a conseqüente disseminação do conhecimento para as camadas menos privilegiadas. Mas o conhecimento continuou, em grande parte, privilégio das classes mais abastadas, ou seja, do clero e da nobreza.
A segunda revolução, menos conhecida, embora também relevante para o tema em discussão, tem a ver com o transporte e disseminação de informações. Em 1653 surge o primeiro correio organizado, implantado por Luís XIV, aliás um monarca absolutista. Os serviços desse primeiro correio passaram a ser cobrados, inicialmente um soleil (pois Luís XIV era o Rei Sol) por entrega na região de Paris, pois o monarca precisava financiar suas guerras. Antes desse serviço, apenas o clero bem como nobres e senhores de castelos podiam trocar cartas entre si, mediante o uso de mensageiros a cavalo; já a população em geral não tinha meios práticos de trocar cartas. Curiosamente, as críticas da época diziam que esse tipo de serviço (o correio organizado, relativamente barato e acessível à grande camada da população) iria incentivar a subversão, pois tornar-se-ia impossível controlar o conteúdo das mensagens trocadas.
Foi fundamental o impacto que o uso do correio acabou acarretando na vida acadêmica, evidenciando bem a evolução que o correio acarretou para as universidades européias. O correio favoreceu um desenvolvimento extraordinário no século seguinte, apenas duas ou três gerações após (as coisas demoravam um pouco mais naqueles tempos). A troca de correspondência entre acadêmicos influenciaria a liberalização do conhecimento, a mobilização da população, a ida para as ruas, a Revolução Francesa, entre outros. No século XIX, a difusão do correio, aliada à difusão das ferrovias pela Europa, propiciou o aparecimento dos exércitos de conscritos, imensas reservas de homens que poderiam ser convocados e reunidos em poucos dias. Na segunda metade do século XIX, o aparecimento do telégrafo acelerou ainda mais esse fenômeno. Portanto, o aparecimento do correio organizado foi um fenômeno de grandes proporções e não menos o é a Internet, um fenômeno que se desdobra presentemente com intensidade e ubiqüidade.
Entretanto, antes de abordar o fenômeno do comércio eletrônico, do tecno-marketing e do comércio na rede, é importante analisar o comércio tradicional, para didaticamente apreciarmos um contraponto. O comércio tradicional apresenta uma determinada rigidez, uma certa seqüência de etapas e processos. Primeiro, temos a fase de elaboração de um produto, para a seguir se iniciarem as vendas. No comércio tradicional, uma idéia ou produto é desenvolvido em laboratório e depois procura-se oferecer o maior número possível de unidades ­ sejam novos cursos ou disciplinas, sejam novos formandos, sejam hambúrgueres ­ para o maior número de pessoas. Essa fase apresenta alguns problemas peculiares, sem falar nas questões filosóficas pertinentes, tais como: "Quem criou este produto? E para quê?".
No comércio tradicional percebem-se ações de marketing oriundas predominantemente do lado do fornecedor, do provedor. No comércio tradicional, ocorrem entraves assim que se inicia o ciclo de produção: as atividades de manufatura e produção são tipicamente rígidas, a customização de produtos afeta a rentabilidade, o faturamento é trabalhoso, a distribuição acontece penosamente através de meios físicos, etc.
Agora, ao se analisar o comércio eletrônico, deve-se associar a ele outras nomenclaturas, tais como "tecnologias de conveniência". Isso porque hoje se tem um mundo de maior conveniência, seja por hedonismo ou por necessidade, em decorrência das dificuldades de tráfego e da pressão do tempo. Para as suas refeições, as pessoas utilizam mais e mais cadeias de fast food. Os clientes dos bancos vão às ATMs (automatic teller machines ou caixas automáticos), retiram dinheiro, realizam consultas e fazem transferências eletrônicas. É possível fazermos compras pela Internet. Essas tecnologias são, predominantemente, de conveniência. O que as pessoas querem hoje é ter acesso a serviços e informações em qualquer tempo e lugar, com maior rapidez e a custo relativamente reduzido.
Há também uma relativa e razoável privacidade, de forma talvez análoga ao ocorrido com o fenômeno dos correios durante o século XVII. O sucesso da Internet e também dos computadores pessoais, até certo ponto, ocorre em razão da relativa privacidade que esses meios oferecem.
As tecnologias de conveniência são bem-sucedidas quando conseguem se encaixar no modelo mental do usuário. Para ilustrar este ponto, basta examinar o fato de que, há duas décadas, os bancos estão tentando descobrir como vender mais produtos e serviços pelas ATMs. Na cabeça da maioria das pessoas, entretanto, a ATM serve para realizar rapidamente duas ou três operações básicas, tais como sacar fundos, pedir extrato, fazer uma transferência e solicitar talão de cheques. Além do que, aqui no Brasil, não dá nem para dizer que a ATM serve para reduzir as filas, porque é preciso entrar na fila para usar as maquininhas. Este ainda é um problema grave por aqui. Nos Estados Unidos, já se tentou muita coisa: solicitação de título de eleitor, pedidos de seguros, de cartão de crédito, de formulários de renovação de carteira de motorista, e outras mil aplicações, porque existe uma enorme rede física disponível. É importante, no entanto, que se considere o que os usuários querem fazer quando acessam determinado meio, porque o modelo mental das pessoas é focado em certas operações, e depois de duas ou mais décadas, este modelo mental tende a ficar relativamente estável.
As atitudes com relação ao cliente também mudaram e isso teve um reflexo na Internet. A título de comparação, podemos, andando em nossa cidade, perceber operações de marketing verdadeiramente medievais. O vendedor lá está na frente da loja, gritando em um megafone e tentando atrair clientes, mas na verdade ele quer empurrar um determinado produto para as pessoas. O cliente para ele é praticamente um mal necessário. Segundo essa visão, o importante é atrair o cliente para fechar o negócio e realizar a transação aqui e agora. Caso o cliente não saia satisfeito não há grande problema, pensa o produtor, porque mais pessoas vão passar novamente pela loja no dia seguinte, quando estiverem indo para o trabalho ou para seus afazeres.
Em uma fase posterior, ocorre no comércio a revolução da qualidade, o que poderia se chamar de revolução da cidadania, na qual o consumidor pede qualidade não apenas no produto obtido mas também no relacionamento estabelecido com o produtor. Uma terceira fase seria aquela em que o consumidor passa a exercer um papel coadjuvante no processo de produção. Principalmente no caso de produtos acadêmicos e outros em que ocorre um teor significativo de informação, o cliente coopera, consciente ou inconscientemente, na concepção e desenvolvimento do produto. Isso tem uma implicação muito forte para as universidades que, como muitas outras instituições tradicionais, são rígidas e hierarquizadas. Neste contexto, surgem questões filosóficas que a universidade certamente terá de enfrentar para encontrar um equilíbrio no momento de satisfazer as novas demandas e os novos desafios impostos pela transformação da sociedade.
A evolução do comércio na Internet segue um padrão mais ou menos universal. Primeiro, ele se caracteriza por uma fase de divulgação, muito parecida com o que se faz, por exemplo, nas páginas amarelas dos guias telefônicos. Nesse sentido a Internet foi utilizada inicialmente para as empresas mostrarem que existem, divulgarem o que fazem, estabelecendo uma imagem e uma presença na WWW. Na fase seguinte, essas empresas ou instituições começam a descrever melhor os seus produtos, com mais detalhes, abrangendo, por exemplo, um catálogo dos produtos, serviços, cursos, agências, filiais, etc. As fases um e dois são relativamente fáceis de se implementar e são predominantemente voltadas para a divulgação da empresa (ou pessoa) e de seus produtos.
Já na terceira fase as instituições começam a permitir a realização de transações pela rede e aí acaba a brincadeira. Esta é uma fase difícil, que exige uma intensa preparação. Quando a empresa apresenta na rede apenas uma "página amarela", bonitinha mas nada mais, os usuários se cansam de acessar a homepage. Porque, depois de um certo tempo, as pessoas acabam querendo algo mais. Não adianta somente ter um e-mail para acesso, ou usar a internet apenas como um fax mais sofisticado. Quando o usuário solicita algo e a resposta não ocorre em velocidade comparável com a do pedido ou contato inicial, isso gera insatisfação e frustração.
Vários fatores críticos têm chamado a atenção. O nosso país tem sido pioneiro em certos aspectos da Internet. Por exemplo, é um dos pouquíssimos países no mundo em que o usuário pode fazer sua declaração de imposto de renda pela rede. Mas é importante que haja cautela nas extrapolações, pois somos um país de contrastes, com oscilações muito grandes. Apenas como comparação, nunca se vendeu tanto livro no mundo, e há empresas nos Estados Unidos que estão realizando muitas vendas via internet. Os diversos meios de comunicação e de disseminação de conhecimento vão continuar existindo e será necessário que convivam juntos.
Então, é importante sumarizar alguns tópicos. A Internet é um meio de conveniência por excelência. Com ela, podemos acessar e estabelecer contato com outras realidades, para finalidades diversas, ultrapassando talvez, em futuro não muito distante, até a ubiqüidade da televisão, pois a Internet possui um alcance ilimitado, sem restrições de fronteiras e com menor dependência de patrocinadores.
Então, o que se percebe é que as etapas mais fáceis já foram feitas, pois a divulgação já existe no caso de muitas empresas e instituições, mas apenas isso não basta. O passo realmente sério é aquele que possibilite um ciclo completo de negócios, satisfatório para ambas as partes envolvidas, via Internet. E esse ciclo de negócios e de transações exige tipicamente um investimento considerável em atividades de retaguarda, de sistemas de backoffice, englobando atividades de suporte, de análise de informação, de análise de tendências, de logística, pessoas executando serviços, processando dados, checando pedidos. Qualquer instituição que deseje realizar negócios via Internet terá que desenvolver essa retaguarda, senão correrá o risco de gerar uma enorme demanda e não ser capaz de oferecer as respostas devidas, e de gerar os estímulos necessários à expansão dos negócios. Isso é o que diferencia uma estratégia bem-sucedida na WWW. Não se pode correr o risco de gerar uma enorme demanda em cima da WWW e não conseguir dar respostas.
Quando uma pessoa passa na frente de uma determinada loja e olha uma vitrine nova, ou percebe algo diferente, ela geralmente dedica alguma atenção ao fato, mesmo que durante semanas ou meses aquela vitrine em particular não lhe tenha chamado a atenção. Diferentemente do que acontece na rua, isso não ocorre na Internet porque ninguém volta ao mesmo site depois de ter experimentado um contato demorado ou frustrante em algum aspecto.
Quanto ao engajamento cognitivo e emocional, é preciso lembrarmos que o acesso à rede é uma experiência lúdica. Há hoje uma enorme mudança no comportamento dos jovens e estudantes, já acostumados a lidar com videogames e Internet. Então, os alunos querem experiência de aula com recursos de Internet. É um ensino mais atraente, mais dinâmico, que permite experimentar e explorar, abrindo uma nova dimensão para a aquisição de conhecimentos.
Em termos do nivelamento trazido pela Internet, as universidades já passaram a competir em nível mundial. O futuro aluno pode consultar e visitar, virtualmente, outros campi, e conversar com educadores e pesquisadores em países distantes. Isso acirra a concorrência, pois dá a possibilidade de se fazer, ao menos parcialmente, créditos de um curso de MBA no exterior via Internet. Isso traz implicações muito grandes para as universidades com relação ao seu público-alvo.
Também é importante abordar os chamados custos de busca. No comércio tradicional, esse custo é muito árduo pois o consumidor não pode facilmente visitar ou consultar muitas lojas. Na Internet, esse custo é baixíssimo, e os recursos de busca são praticamente ilimitados. Caso o usuário tenha paciência, ele pode passear pelo mundo inteiro e refinar sua pesquisa.
Em suma, torna-se relevante perceber que o comércio eletrônico é a antítese, em muitas variáveis, do comércio tradicional. No comércio eletrônico, o consumidor atua como um co-autor que realmente determina a feição e as tendências do mercado, principalmente em virtude de vivenciar um custo de busca reduzidíssimo. 

Fonte:http://www.ime.usp.br/~is/infousp/kugler.htm

A História

Tudo começou com desenvolvimento da Internet, épocas passadas durante a Guerra Fria a
comunicação entre bases militares americanas era feita atrás de uma rede chamada ArpaNet.
Desenvolvida pela empresa ARPA em 1969, com intuito de interligar os departamentos de pesquisa, tinha como principalmente objetivo diminuir a vulnerabilidade da comunicação. Disponibilizava um Back Bone que utilizava o espaço subterrâneo, dificultando a interrupção da comunicação, conectava os militares e pesquisadores, sem ter um centro pré determinado, tornando confiável. Por volta da década de 70, as universidades e outras comunidades que faziam atividades referentes à defesa tiveram permissão para acessar à ARPANET. Em 1975, constatou se a existência de 100 sites. A grande preocupação dos pesquisadores era como manter a comunicação entre computadores sem que houvesse interrupção. No final da década de 70, a ARPANET tinha se expandido com tamanha proporção, que seu protocolo de comutação de pacotes originais chamados Network Control Protocol
(NCP), tornou-se insuficiente. O Sistema de comutação de pacotes funciona dividindo os
dados em pequenas partes, onde elas são identificadas da forma a mostrar de onde vem e para
onde vai. Então são enviados esses pacotes de um computador para outro. Após algumas pesquisas realizadas, a ARPANET modificou NCP para novo protocolo com nome de Transfer Control Prot
ocol/Internet Protocol (TCP/IP) criada pela Unix. A característica do TCP/IP era de permitir crescimento ilimitado da rede, com fácil implementação em diferentes plataformas do computador.
Em 1979, inventor inglês chamado Michael Aldrich inventou as compras online. A invenção foi feita utilizando uma televisão personalizada de 26 polegadas para um computador doméstico, onde possuía um real sistema de processamento de tempo de transação através da linha telefônica. Por volta dos anos de 1980, as diversas formas de Comercio Eletrônico como cartão de crédito, caixas automáticos e bancários via telefone foram bem aceitos e desenvolvidos. 13 Outros sistemas considerados como e-commerce foram reservas da Airline tipificado por Savre nos Estados Unidos e a Travicom no Reino Unido. Durante essa década de 1980, a CompuServe disponibilizava os primeiros serviços a
usuários domésticos de PC, oferecia ferramentas como e-mail, painéis de mensagens e sala de
bate-papo, adicionando serviço chamado Eletronic Mall. Esse novo serviço funcionava como shopping virtual, onde usuários podiam comprar produtos diretamente do formulário de 11
0 comerciantes online. Tratava-se de um dos primeiros exemplos de Comércio Eletrônico.Em 1990, o pesquisador Tim Berners - Lee da Organização Européia para Pesquisa Nuclear (CERN), propôs um hipertexto onde informações da internet poderiam ser usufruídas pelos usuários de modo dinâmico e rápido, com uma interface simples chamada navegador. O pesquisador nomeou como World Wide Web. Em 1993, Marc Andresen desenvolveu o primeiro web browser grande expandido chamado Mosaico no Centro Nacional para Aplicações de Supercomputação (NCSA). Por volta de 1994, surgiu o Netscape 1.0 com Secure Socket Layer (SSL), trata-se de um protocolo de segurança
que criptografa mensagens em uma transação via internet, essa ferramenta é utilizada tanto no envio como no recebimento. O SSL tem como principal função de garantir a segurança das informações pessoais como nome, endereço e numero de cartão de credito através da criptografia. Durante ano de 1995, empresas como eBay e Amazon.com iniciaram o caminho de sucesso do Comércio Eletrônico. Oferecem aos consumidores a opção de realizar a compra de qualquer produto. Onde o consumidor poderia realizar a busca do produto, em questão de segundos apareceria uma lista dos produtos relacionados. Hoje em dia com Internet desenvolvida, os sites de compras online expandiram significativamente, os produtos agora são solicitados via web, pagos no ambiente virtual
mesmo, entrega é feita através do serviço postal ou serviço de entrega comercial. Conforme dados da Fecomercio-SP, o Brasil hoje contabiliza 80 milhões de usuários da Internet, sendo que desses 27 milhões são consumidores da compra online. O valor médio do ticket de compra no país subiu para R$ 350, está entre os maiores do mundo. Estimativa que em 2011 o numero de usuários compradores online cresce para 32 milhões, fazendo uma comparação com ano de 2009 o número de consumidores dobrou. O mercado virtual está com grande expectativa de crescimento, considerado como promissor, mas uma das barreiras constatada foi à elevada tributação. (Editora Abril, 2011)

Fonte:http://www.fatecsp.br/dti/tcc/tcc0027.pdf